
O dia que vendi cimento no prejuízo (e só fui descobrir semana depois)
Terça-feira, 10h da manhã. Cliente pedindo preço de cimento. Você abre a planilha, olha o último valor que lembra, dá o preço. Vendeu. Só que vendeu errado.
Estratégias, dicas e tutoriais para fazer sua empresa crescer.

Terça-feira, 10h da manhã. Cliente pedindo preço de cimento. Você abre a planilha, olha o último valor que lembra, dá o preço. Vendeu. Só que vendeu errado.

Aquela diferença de R$ 87 que aparece toda vez não é azar. É sintoma de um jeito de controlar o caixa que parou de funcionar quando você passou de 30 cafés por dia.

Você vende pra caramba, caminhão sai cheio todo dia, mas no fim do mês não sobra nada. A resposta tá na confusão entre bolso e caixa da empresa.

Eu achava que agenda em papel era charme. Até o dia em que mandei dois técnicos pro mesmo lugar, no mesmo horário. Foi constrangedor — e caro.

Passei anos achando que sabia quanto custava fazer pão. Até que sentei pra fazer a conta de verdade — e levei um susto que quase me tirou do negócio.

A produtividade da sua equipe some quando você não tem visibilidade real de quem tá cortando, quem tá ocioso e onde o dia escorreu pelo ralo.

Misturar dinheiro pessoal com o do salão não é jeitinho brasileiro — é o erro que afunda a maioria dos donos de estética sem que eles percebam.

Atendi um cliente que jurava ter entregue a peça. O caderninho sumiu. A discussão virou prejuízo. Esse tipo de coisa acaba com qualquer autopeças.

Era 10h da manhã quando a fiscal bateu na porta. O caderninho dizia uma coisa, a prateleira mostrava outra. E você ali, sem saber se culpa o balconista ou a planilha que ninguém atualiza direito.
Materiais gratuitos
Cadastre-se e receba 3 materiais práticos
Planilha de fluxo de caixa, checklist do MEI e guia rápido de NF-e — entregues direto no seu e-mail.
Sem spam. Você pode cancelar a qualquer momento.