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Gestão

O dia que vendi cimento no prejuízo (e só fui descobrir semana depois)

Por Equipe Blog Gestão 5 min
Atualizado em 2 de julho de 2026
Balcão de loja de material de construção com calculadora, caderno de anotações e pilhas de notas fiscais espalhadas
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Terça-feira, 10h da manhã. O telefone toca. Cliente quer saber o preço do saco de cimento. Você tá no meio de três coisas ao mesmo tempo — confere a carga que acabou de chegar, responde o WhatsApp do pedreiro que tá reclamando da entrega, e ainda precisa fechar o pedido pro fornecedor antes do meio-dia. Aí você faz o que sempre fez: abre a planilha (ou pior, confia na memória), lembra mais ou menos o que pagou na última compra, aplica aquela margem que você usa faz anos, e passa o preço. Cliente fecha. Você anota no caderno. Segue o jogo.

Só que na sexta-feira, quando você senta pra tentar entender por que o mês não rendeu, descobre: o cimento que você vendeu na terça custou 8% a mais do que o da compra anterior. O fornecedor reajustou. Você não sabia. Ou sabia e esqueceu. Ou anotou em algum lugar que agora não acha mais. Resultado: você vendeu no prejuízo. E não foi a primeira vez.

A dor que ninguém vê (mas todo mundo sente no bolso)

Eu converso com dono de material de construção faz mais de 15 anos. E essa cena que descrevi ali em cima? Acontece em 7 de cada 10 lojas que visito. O problema não é falta de esforço. O problema é que você tá tocando um negócio que tem 800, 1200, às vezes 2000 itens no estoque, com fornecedores que reajustam preço sem avisar, com cliente que compara preço no WhatsApp antes de sair de casa, e você tá tentando segurar tudo isso na cabeça e numa planilha que foi feita em 2017.

A precificação no susto é o sintoma. A causa é que você não tem, em tempo real, três informações críticas: quanto você pagou de verdade naquele produto (com frete, com ICMS, com tudo), quanto você tem dele agora no estoque, e qual margem você precisa pra cobrir os custos fixos da loja e ainda sobrar alguma coisa no fim do mês. Sem essas três coisas na mão, você tá chutando. E chute, no varejo de material de construção, sai caro.

O que acontece quando você precifica sem informação

Solução para o seu segmento

Chega de vender no escuro e descobrir o prejuízo depois

O vhsys te dá controle de estoque em tempo real, precificação certeira e avisos automáticos pra você nunca mais vender abaixo do custo. Feito pra quem não tem tempo a perder com sistema complicado.

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Vou ser direto: você perde dinheiro de dois jeitos. Ou vende abaixo do custo real (como no caso do cimento ali em cima), ou vende caro demais e perde a venda pro concorrente que tem o preço na ponta da língua porque usa sistema. Já vi loja perder R$ 4 mil num mês só em margem corroída — vendeu, girou estoque, trabalhou feito louco, mas no fim das contas o lucro foi pro ralo porque metade das vendas foi precificada errado.

E tem outro problema que ninguém fala: você perde a confiança do cliente. Sabe quando o cara liga de manhã, você passa um preço, ele vai até a loja à tarde e o vendedor passa outro preço porque consultou uma anotação diferente? O cliente não volta. Ele não vai discutir, não vai reclamar. Ele simplesmente vai pra concorrência e pronto. Você nem fica sabendo.

Por que a planilha não aguenta mais

Eu sei que você tem aquela planilha que funciona. Ou funcionava. O problema é que ela foi feita pra outro ritmo, outro volume, outra realidade. Quando você tinha 300 itens e dois fornecedores, dava conta. Hoje, com fornecedor reajustando preço toda semana, com produto que entra e sai o tempo todo, com venda no balcão, por telefone e por WhatsApp ao mesmo tempo, a planilha virou uma bomba relógio.

Ela não te avisa quando o custo mudou. Ela não te mostra se você ainda tem aquele produto em estoque ou se vendeu o último saco ontem. Ela não calcula automaticamente a margem real depois de descontar imposto, frete e quebra. E o pior: ela depende de você lembrar de atualizar. E você, com todo respeito, não tem tempo nem cabeça pra isso no meio da correria.

O que muda quando você tem a informação na hora

Já acompanhei loja que passou a usar um sistema de gestão de verdade — não tô falando de planilha turbinada, tô falando de sistema que integra estoque, compra, venda e financeiro. A diferença é gritante. O cara atende o telefone, consulta o sistema, vê o custo real daquele produto (o último que entrou, não o de três meses atrás), aplica a margem que ele configurou, e passa o preço. Certeiro. Em 10 segundos.

E mais: o sistema avisa quando tá acabando. Avisa quando o fornecedor entregou com preço diferente do que foi pedido. Avisa quando um produto tá parado faz três meses e tá comendo margem (porque estoque parado é dinheiro parado, e dinheiro parado em material de construção é prejuízo garantido).

Tem um cliente meu lá em Minas que me disse uma frase que eu não esqueço: 'Antes eu vendia no escuro. Agora eu vendo sabendo se tô ganhando ou perdendo'. Parece pouco, mas é tudo. Porque vender sem saber se tá lucrando é trabalhar de graça. E você não abriu uma loja pra trabalhar de graça.

Como sair do susto e entrar no controle

Primeiro: aceita que a planilha não vai resolver. Ela pode até continuar existindo pra algumas coisas, mas pra gestão de estoque e precificação em tempo real, ela não serve mais. Segundo: você precisa de um sistema que converse com a sua rotina — que seja rápido de consultar no balcão, que atualize sozinho quando entra nota, que te dê a margem real sem você precisar fazer conta na calculadora.

Terceiro, e isso é importante: você precisa de um sistema que não te obrigue a virar especialista em TI. Tem sistema que é um monstro, cheio de módulo, cheio de frescura, e você passa mais tempo configurando do que vendendo. Não é isso. Você precisa de algo que funcione de verdade, sem enrolação.

Eu recomendo o vhsys pros clientes que atendem aqui no segmento de material de construção. Não porque eu ganho comissão (não ganho), mas porque é um sistema que foi feito pensando em pequena e média empresa que não tem tempo a perder. Ele te dá controle de estoque em tempo real, precificação automática com margem configurável, e te avisa quando tá na hora de repor ou quando algum produto tá te dando prejuízo. E o mais importante: é rápido. Você consulta, vende, baixa estoque, e segue. Sem firula.

Se você quiser dar uma olhada, entra no site deles e pede uma demonstração. Vale a pena, principalmente se você tá cansado de vender sem saber se tá ganhando ou perdendo.

Porque no fim das contas, gestão de loja de material de construção não é sobre ter o maior estoque ou o preço mais baixo. É sobre saber exatamente o que você tem, quanto custou, e por quanto você precisa vender pra não trabalhar de graça. E isso, meu amigo, não dá pra fazer no caderninho.

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