
O dia em que perdi um cliente porque marquei dois técnicos no mesmo horário
Eu achava que agenda em papel era charme. Até o dia em que mandei dois técnicos pro mesmo lugar, no mesmo horário. Foi constrangedor — e caro.
Passei anos achando que sabia quanto custava fazer pão. Até que sentei pra fazer a conta de verdade — e levei um susto que quase me tirou do negócio.
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Eu achava que agenda em papel era charme. Até o dia em que mandei dois técnicos pro mesmo lugar, no mesmo horário. Foi constrangedor — e caro.

Você vende pra caramba, caminhão sai cheio todo dia, mas no fim do mês não sobra nada. A resposta tá na confusão entre bolso e caixa da empresa.

Misturar dinheiro pessoal com o do salão não é jeitinho brasileiro — é o erro que afunda a maioria dos donos de estética sem que eles percebam.

A produtividade da sua equipe some quando você não tem visibilidade real de quem tá cortando, quem tá ocioso e onde o dia escorreu pelo ralo.

Era 10h da manhã quando a fiscal bateu na porta. O caderninho dizia uma coisa, a prateleira mostrava outra. E você ali, sem saber se culpa o balconista ou a planilha que ninguém atualiza direito.

Sabe aquele cliente que jura que pediu tosa bebê e você anotou higiênica? Pois é. Ordens de serviço mal feitas custam muito mais que tempo.

Durante anos, fiz preço no susto. Parecia dar certo, até o dia em que abri a gaveta do caixa e entendi por que nunca sobrava nada.

Atendi um cliente que jurava ter entregue a peça. O caderninho sumiu. A discussão virou prejuízo. Esse tipo de coisa acaba com qualquer autopeças.

Aquela ligação chega: um carro que você nunca mexeu, um problema que nunca viu. E agora, quanto cobrar sem passar vergonha nem sair no prejuízo?
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